terça-feira, julho 08, 2008

A VIDA IMITA A FICÇÃO

Não é filme. Lembram a historinha minimalista? Pois segunda feira, no encontro semanal do Cineman com o Professor e o Jornalista, deixei o carro em casa, tomei umas "margueritas" e voltei de taxi. O taxista estava doidão. Quando ele botou 90 na Ipiranga dei o cartão vermelho. Pô, dois dias antes eu tinha escrito aquela historinha. Se acontecesse qualquer coisa ia ser muito irônico. Então deixar o carro e pegar um taxi não está oferecendo garantia nenhuma. Precisamos aperfeiçoar a lei. A gente se cuida mas quem cuida do taxista? Quem sabe obrigar o taxi a ter um bafômetro? Antes de embarcar você faz o cara fazer o teste. Direito do consumidor.

2 comentários:

Pobre Pampa disse...

Há um bom mercado para bafômetros. Enquanto o Brasil gasta verdadeiras fortunas na compra destes equipamentos - claro, mais sofisticados e atestados pelo Inmetro - é possível comprar unidades por menos de cinco dólares no Ebay! Qual boteco não poderia ter um destes? Alguns têm formato de chaveiro e ainda têm relógio digital... É só carregar um destes em todas as ocasiões - motoristas de táxi, ônibus, amigos motoristas...
Compre logo: http://search.ebay.com/search/search.dll?sofocus=bs&sbrftog=1&dfsp=32&catref=C6&from=R40&satitle=alcohol&sacat=-1%26catref%3DC6&sargn=-1%26saslc%3D2&sadis=200&fpos=ZIP%2FPostal&sabfmts=1&saobfmts=insif&ftrt=1&ftrv=1&saprclo=&saprchi=&fsop=32&fsoo=2

CINEMAN disse...

O assunto é muito sério. Ontem estive num restaurante de um amigo e contei para a garçonete a história do taxista maluco. Ela não se surprendeu. Na frente do restaurante tem um ponto de táxi, ela disse que os caras, escondidinhos, enchem a cara num barzinho que tem ao fundo da galeria. Agora eu queria ver a estatistica das abordagens. Estão atacando os taxis também? Os ônibus já se sabe que não, só quando os passageiros ligam para o 190.